Psicoterapia em São Paulo

Agendamento de consultas

Diferença entre ataque de pânico e transtorno de pânico

A síndrome do pânico é um transtorno psicológico caracterizado por episódios recorrentes e inesperados de medo intenso e desespero, acompanhados por sintomas físicos e psicológicos como palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, tontura, náuseas, sensação de desmaio e medo de morrer ou perder o controle.
A síndrome do pânico é um transtorno psicológico caracterizado por episódios recorrentes e inesperados de medo intenso e desespero, acompanhados por sintomas físicos e psicológicos como palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, tontura, náuseas, sensação de desmaio e medo de morrer ou perder o controle.

 

A chamada “síndrome do pânico” é um termo amplamente utilizado para descrever um quadro caracterizado por crises intensas de ansiedade, conhecidas como ataques de pânico. No campo clínico, essa condição é formalmente denominada Transtorno de Pânico, conforme descrito nos manuais diagnósticos internacionais.

O que é o transtorno de pânico?

De acordo com o DSM-5-TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), o transtorno de pânico é caracterizado pela ocorrência de ataques de pânico recorrentes e inesperados, seguidos de preocupação persistente com novas crises ou mudanças comportamentais significativas relacionadas a elas.

Já a CID-11 (Classificação Internacional de Doenças) também descreve o transtorno como episódios repetidos de medo intenso, acompanhados por sintomas físicos e cognitivos, que não estão necessariamente associados a situações específicas.

O que é um ataque de pânico?

O ataque de pânico é definido como um surto abrupto de medo intenso ou desconforto que atinge um pico em minutos, acompanhado por uma série de sintomas físicos e psicológicos.

Segundo o DSM-5-TR, pelo menos quatro dos seguintes sintomas devem estar presentes:

  • palpitações ou aceleração cardíaca
  • sudorese
  • tremores ou abalos
  • sensação de falta de ar ou sufocamento
  • dor ou desconforto no peito
  • náusea ou desconforto abdominal
  • tontura ou sensação de desmaio
  • calafrios ou ondas de calor
  • parestesias (formigamento)
  • desrealização ou despersonalização
  • medo de perder o controle
  • medo de morrer

Esses sintomas costumam surgir de forma súbita e podem gerar intensa sensação de ameaça iminente.

Critérios diagnósticos

Para o diagnóstico de transtorno de pânico, o DSM-5-TR estabelece que:

  • os ataques de pânico sejam recorrentes e inesperados
  • pelo menos um dos ataques seja seguido por um mês (ou mais) de:
    • preocupação persistente com novos ataques
    • mudanças comportamentais desadaptativas (como evitação de situações)

Além disso, os sintomas não devem ser atribuídos a efeitos de substâncias ou outras condições médicas.

A CID-11 segue uma linha semelhante, enfatizando a recorrência das crises e o impacto funcional na vida do indivíduo.

Diferença entre ataque de pânico e transtorno de pânico

É importante diferenciar:

  • Ataque de pânico: episódio isolado de ansiedade intensa
  • Transtorno de pânico: condição clínica com recorrência das crises e preocupação persistente

Nem toda pessoa que apresenta um ataque de pânico desenvolve o transtorno.

Fatores envolvidos

A literatura aponta que o transtorno de pânico pode estar relacionado a uma combinação de fatores:

  • predisposição biológica
  • sensibilidade aumentada a sinais corporais
  • experiências de estresse ou eventos significativos
  • padrões cognitivos associados à interpretação catastrófica de sensações físicas

Impactos na vida cotidiana

O transtorno de pânico pode gerar prejuízos importantes, como:

  • evitação de lugares ou situações (por medo de novas crises)
  • dificuldade em atividades cotidianas
  • sofrimento emocional intenso
  • redução da qualidade de vida

Em alguns casos, pode haver desenvolvimento de agorafobia.

Tratamento e manejo clínico

O tratamento do transtorno de pânico geralmente envolve psicoterapia, podendo ou não ser associado ao uso de medicação, dependendo da avaliação clínica.

A psicoterapia busca compreender a dinâmica do funcionamento do indivíduo, bem como trabalhar estratégias relacionadas à ansiedade, à interpretação das sensações corporais e à redução de comportamentos de evitação.

Considerações finais

A chamada “síndrome do pânico” corresponde, no campo clínico, ao transtorno de pânico, uma condição bem descrita nos principais sistemas classificatórios internacionais.

Apesar do sofrimento significativo que pode causar, trata-se de um quadro que pode ser compreendido e manejado no contexto de acompanhamento psicológico adequado, respeitando as particularidades de cada pessoa.

Se você acha que pode estar sofrendo de síndrome do pânico, é importante procurar ajuda profissional o mais cedo possível. O tratamento precoce pode ajudar a prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida, e pode ser feito por psicologos e/ou psiquiatras

Conteúdo informativo desenvolvido pela 

Psicóloga SP

Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.

Trata-se apenas de um convite à reflexão



 Se este tema faz sentido pra você saiba como a psicóloga poderia ajudar na compreensão

Na psicoterapia, o trabalho é organizado  para possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional

Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações

Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa e seu ritmo.

Atendimento em Terapia Cognitivo-Comportamental com Acolhimento Humanizado


 

 

Psicóloga SP Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677



psicologa sp


Considero como relevantes para a compreensão da pessoa, seus aspectos sociais, culturais e históricos, elementos que compõe a totalidade de um indivíduo.  

Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra cabeça da vida, juntando peças, que aparentemente não fazem sentido separadamente.


Localização e Contato:

Psicoterapia na Avenida Paulista, Bela Vista, SP

Terapia Online e Presencial

Av. Paulista, 2001 – Cj 1911 – 19 andar.

Email: contato@psicologa-sp.com.br | Whatsapp: (11) 95091-1931

Psicologa SP | Psicoterapia | Consulta com Psicóloga

Mais conteúdos relacionados

Carregando...


Se chegou aqui, possivelmente estada em busca de informações sobre: tratamento para  ansiedade, depressão, estresse ou dificuldade de relacionamento, terapia de casal, terapia infantil, PSICOLOGA, PSICÓLOGO, psicoterapia, terapia online ou psicoterapia em São Paulo;  

Mais conteúdos relacionados

Carregando...




Informações sobre Psicóloga e terapia

Acolhimento
Ajuda emocional
Psicoeducação

Artigos Indicados sobre relacionamentos

Carregando...