A Psicologia Positiva e a prática do bem


A Psicologia Positiva e a prática do bem


Praticar a bondade é importante por muitas razões. 


Primeiramente, ao ajudar os outros, você contribui para tornar o mundo um lugar melhor e mais justo. 

Além disso, a prática da bondade pode trazer muitos benefícios pessoais, como melhorar o seu bem-estar emocional, aumentar a sua autoestima, diminuir o estresse e a ansiedade e melhorar os seus relacionamentos. 

Também pode ajudar a promover a empatia e a compaixão em si mesmo e nos outros. A bondade é uma qualidade essencial para uma vida plena e significativa e pode ajudar a criar um impacto positivo duradouro nas vidas das pessoas ao seu redor.


10 dicas para fazer o bem:

Escolha uma atividade que seja do seu interesse, como esporte, arte ou culinária, para ter prazer em fazer o bem.

Pesquise sobre o público que quer ajudar para facilitar a comunicação e proporcionar maior interação.

Dê preferência às instituições próximas de sua casa para visitá-las com frequência.

Utilize a internet para encontrar formas de doar, instituições pobres e entidades que fazem serviços voluntários.

Lembre-se de que qualquer tipo de ajuda é bem-vinda, tente encaixar as atividades em sua rotina.

Esteja aberto para desempenhar tarefas diferentes das que está acostumado.

Procure um centro de voluntariado em sua cidade para ajudar na escolha da instituição.

Doe sangue se estiver com pouco tempo disponível para outras atividades de caridade.

Comprometa-se com as atividades que prometeu realizar.

Uma dica simples e que pode ser feita sempre: compre um saco extra de alimentos não perecíveis e deixe em uma instituição no seu caminho de casa.

Um exemplo de como fazer o bem é o caso do fisioterapeuta Fernando Prati, que toca saxofone no Asilo Padre Cacique para mais de 150 idosos em Porto Alegre. 

Tocando clássicos de MPB, jazz e outros gêneros musicais, Fernando proporciona momentos de descontração e alegria. 

Ele investe tempo e dinheiro em aulas de saxofone para proporcionar ainda mais diversão aos idosos. 

A sensação de prazer e alegria que ele sente ao ver os sorrisos dos idosos tem um fundamento biológico, pois o sistema cerebral de recompensa libera substâncias que proporcionam essas sensações. 


Mudancas emocionais associadas a pratica do bem

A prática do bem pode trazer várias mudanças emocionais positivas para uma pessoa. Algumas dessas mudanças incluem:

  • Sentimento de realização: Quando você faz algo de bom para outra pessoa, pode sentir um senso de realização e satisfação emocional. Essa sensação pode melhorar sua autoestima e aumentar sua confiança em si mesmo.

  • Empatia e compaixão: Praticar o bem pode ajudar a desenvolver sua capacidade de se colocar no lugar dos outros e entender seus sentimentos e perspectivas. Isso pode ajudá-lo a se tornar mais empático e compassivo com as pessoas ao seu redor.

  • Redução do estresse e ansiedade: Ajudar os outros e fazer o bem pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, pois você está se concentrando em algo positivo em vez de se preocupar com seus próprios problemas.

  • Melhoria dos relacionamentos: Quando você faz o bem para os outros, pode construir relacionamentos mais fortes e positivos com as pessoas ao seu redor. Isso pode ajudar a melhorar sua vida social e trazer mais felicidade e satisfação emocional.

  • Sentimento de propósito: Fazer o bem pode ajudá-lo a encontrar um senso de propósito e significado em sua vida, especialmente se você se envolver em causas que são importantes para você. Isso pode ajudá-lo a sentir-se mais realizado e feliz em sua vida.

A Psicologia Positiva e a prática do bem


A psicologia positiva é uma abordagem que se concentra em cultivar emoções positivas, como gratidão, compaixão, amor, alegria e otimismo, para ajudar as pessoas a viverem vidas mais plenas e felizes.

 Algumas das formas pelas quais a psicologia positiva pode ensinar as pessoas a praticarem o bem incluem:

Enfatizando a importância da gratidão: 

A psicologia positiva ensina que a gratidão é uma emoção poderosa que pode ajudar as pessoas a se sentirem mais felizes e realizadas. 

Ao enfatizar a importância da gratidão, a psicologia positiva pode encorajar as pessoas a expressarem sua gratidão aos outros e a praticarem o bem em suas vidas cotidianas.

Ensinando habilidades de empatia e compaixão: 

A psicologia positiva pode ensinar as pessoas a desenvolverem habilidades de empatia e compaixão, o que pode ajudá-las a entender os sentimentos e perspectivas dos outros. 

Isso pode ajudar as pessoas a se tornarem mais conscientes das necessidades dos outros e a praticarem o bem de maneiras mais significativas.

Fornecendo estratégias para o engajamento em atos de bondade: A psicologia positiva pode fornecer estratégias específicas para que as pessoas pratiquem o bem em suas vidas diárias. 

Por exemplo, pode ensinar técnicas de meditação e visualização que ajudem as pessoas a se concentrarem em atos de bondade ou oferecer sugestões específicas sobre como se envolver em atos de bondade.

Promovendo o bem-estar subjetivo: 

A psicologia positiva pode promover o bem-estar subjetivo das pessoas, o que pode, por sua vez, encorajá-las a praticar o bem. Quando as pessoas se sentem felizes e realizadas em suas vidas, podem ser mais propensas a ajudar os outros e a se envolver em atos de bondade.


Origens do comportamento altruísta.


O tema do altruísmo tem despertado a curiosidade de pesquisadores em todo o mundo, que questionam se atos de bondade e generosidade são comportamentos instintivos ou aprendidos socialmente, e se são exclusivos dos seres humanos. 

Embora algumas teorias defendam que o altruísmo é uma forma de defesa para possibilitar a convivência social, outros argumentam que é uma manifestação de interesse e conexão com o outro.

Recentes estudos sugerem que o altruísmo pode estar presente desde o nascimento, como uma propensão biológica à cooperação, que é modulada pela cultura em que vivemos. 

Crianças com menos de um ano já demonstram a capacidade de ajudar outras crianças, mesmo sem receber recompensa direta pela ação. 

No entanto, como, quando, quem e em que circunstâncias cooperar são questões que aprendemos ao longo do nosso desenvolvimento, influenciados pelo meio em que vivemos.





Obrigada pela leitura. 

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Formação: Currículo Lattes


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