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Mostrando postagens de Junho, 2016

É possível mudar o outro?

Modificação de comportamento, pensamento e atitudes

Será que é possível mudar o comportamento alheio? Alguns teóricos afirmam que sim, basta apenas reforçar suas boas condutas, evitando o confronto direto, a discussão infrutífera. De fato, a psicologia tem mostrado (ao longo destes quase 160 anos de existência enquanto ciência independente), que as técnicas de modificação de comportamento via reforçamento positivo/negativo funcionam, levando em conta alguns critérios, mas exigem uma dose diária de paciência.
Promover a modificação do comportamento alheio trás uma exigência sem possibilidade de negociação: é precisar mudar o próprio comportamento.
"Mas, se o outro está errado, porque eu tenho que mudar?"
É a pergunta que ouço sempre que menciono este assunto e merece esclarecimento: 
Modificar o comportamento não quer dizer que você tenha que ser uma pessoa 100% perfeita, pra "servir de exemplo", nem que seja culpado(a) pelo comportamento inadequado do outro. Muitas…

Dia dos namorados

Flores, bombons, poesia, jantares, músicas românticas.... O amor está no ar! É o dia dos namorados.



Para aqueles que estão em um relacionamento, é a época de trocar presentes. Embora os críticos (como eu) acreditem que a data só é relevante ao comércio, eu prefiro crer que a data sirva também para promover uma aproximação maior entre os casais.
O romantismo está no ar e isto favorece as demonstrações de afeto, sejam por meio de presentes, cartas, postagens nas redes sociais, visitas mais demoradas, passeios inéditos ou mesmo, uma simples troca de olhar...
Mas você sabe como surgiu esta data?
Diz a lenda que na Roma Antiga (por volta de 270 A.C.), o imperador Cláudio II proibiu os casamentos, para aumentar o contingente de homens solteiros nos exércitos. Porém, apesar da proibição vigente, o Bispo Valentim continuou celebrando casamentos secretamente. Mas a prática foi descoberta e Valentim  foi conduzido ao cárcere, onde se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e manteve com ela um r…

A dificuldade em demonstrar afeto

Não confunda a demonstração do afeto, com a afetividade. São coisas distintas. Nem sempre onde há demonstração, há afeto. E a premissa contrária é verdadeira.


Demonstração de afeto não é (e nunca foi) prova de amor. Existem pessoas que conseguem expressar aquilo que sentem por meio de outros comportamentos, como por exemplo, a busca pela proximidade, a relação de cuidado e preocupação, etc.
No entanto, algumas não conseguem demonstrar de forma alguma. Por mais que alguém tente mobilizá-lo, não conseguem sair da "bolha da indiferença". A questão que se levanta é:
Porque estas pessoas não demonstram o que sentem?
A resposta para esta questão é bastante ampla e praticamente inconclusiva. Mas vale o exercício de reflexão.
1 - Ausência de sentimento
Em muitos casos, o indivíduo não demonstra porque realmente não sente afeto passional pelo parceiro, mas consegue demonstrar carinho com atitudes educadas. Nestes casos, o "Bom dia" é apenas um cumprimento polido, exigido diante de…