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Amor tem limites


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Amor tem limites?

Será que quem ama deve perdoar tudo, aceitar tudo, abaixar a cabeça pra qualquer coisa, ceder sempre?

Não.

Amor tem limites.
Mas quais seriam os limites do amor?
Cada um de nós tem uma história de vida, onde momentos de dor e alegria foram se alternando sucessivamente. Desta forma, aprendemos a identificar o que nos faz bem e nos machuca. Portanto os limites são estabelecidos pela vivência de cada um.


Nas relações afetivas estes limites devem obedecer as regras imposta pela história de vida de cada um. No entanto, quando o sofrimento estiver causando dor excessiva, impossibilitando ao indivíduo enxergar uma forma de contornar situações adversas, é hora de dar um pause na relação e repensar alguns valores.


Será que o custo de manter uma relação fracassada é maior que o da solidão?
A liberdade de ser quem somos, de pensar como pensamos, de sustentar pontos de vista idiossincráticos, de ir e vir, manter a aparência da forma que gostamos devem estar em PRIMEIRO PLANO em qualquer relação. Se a pessoa amada quer que você mude para agradá-la, certamente você está vivenciando uma relação de poder, não necessariamente uma relação afetiva. Estas atitudes do (a) parceiro (a) exigem um limite, um basta!


Outro ponto a ser observado é a balança afetiva é o quanto você está dando e recebendo de afeto. Em muitos casos, você pode estar dando muito de si e recebendo migalhas (e se contentando com isso).

Lembre-se: Não há amor que compense a perda da própria identidade, a perda de si mesmo. Não se anule ou se prejudique para agradar o outro, nunca!


Amor tem limites.

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