O Ciclo do sofrimento amoroso

O Ciclo do sofrimento amoroso

  1. Necessidade de amar e ser amado;
  2. A necessidade não é  satisfeita;
  3. Gera dor e sofrimento;
  4. Gera medo de sofrer mais;
  5. A raiva surge como escudo para evitar sofrimentos maiores;
  6. A necessidade de amor permanece insatisfeita
  7. A pessoa sai em busca de novos amores.
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Fonte: http://www.angermanagementresource.com/Healing_Anger_Newsletter-love-anger-newsletter.html





Mas quando um certo alguém muito especial aparece no horizonte, a tendência a idealização surge novamente, e isso levanta expectativas, que levam ao medo de não ser correspondido, que leva à raiva, que cansa, que leva novamente à busca pela felicidade amorosa

Amores como nos filmes tornam-se, de algum modo ideais de relacionamento e tendem a influenciar os relacionamentos, pois retratam um universo onde os amantes buscam uma relação perfeita, onde todos os obstáculos são superados e tudo acaba bem. 

Porém, os personagens de filme (na maioria dos casos) não têm contas a pagar, nem obrigações a cumprir, nem prazos para entregar relatórios: vivem em função do objeto de seu amor. 

Na vida real as coisas são diferentes:


Muitos indivíduos sonham com um amor que se aproxime do ideal de perfeição.

Quando pergunto as pessoas o que esperam de um relacionamento, as respostas são várias:

  • ter alguém para conversar, sair, viajar, compartilhar momentos bons, ter com quem contar nos piores momentos, vivenciar uma relação de cuidado mútuo, construir um futuro melhor, etc.
De certa forma, entendem que os amores dos filmes são impossíveis de vivenciar e concordam que sempre existe um ponto em que deverão ceder.


Isto pode explicar porque alguns relacionamentos não ultrapassam o primeiro encontro: o outro nem sempre irá corresponder às idealizações.




REFERÊNCIAS

FISHER, Helen. Porque Amamos São Paulo. Record E, 2006





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