A DOR DA EXCLUSÃO




Alguma vez você se sentiu um estranho em algum ambiente, com aquela sensação de não pertencer ao meio?
Parece que você não fala a mesma língua, que seus pensamentos, sentimentos e emoções não se conectam aos outros.



Se você alguma vez já se sentiu assim, fique tranquilo: isto é normal. Não é legal, nem divertido, mas é normal. 

Vivemos numa sociedade que prioriza o individualismo, onde é ensinado que cada um fique "no seu quadrado". A consequência mais direta disso é que as pessoas estão perdendo a capacidade básica de se relacionar, dificultando a interação social.  Por isso é cada vez mais frequente vermos indivíduos conversando com aquele amigo pelo whatsapp do que com a pessoa ao seu lado.

A internet também tem lá sua parcela de culpa....

Com a facilidade de segmentação de assunto, as pessoas tendem a se relacionar com pessoas que pensam "da mesma forma". A possibilidade de descartar contatos com quem não se tem afinidade tem colaborado para que muitos prefiram esta forma de interação.
Porém, no mundo offline não é possível deletar pessoas, embora muitas sintam-se (literalmente) deletadas da vida alheia.

Quem mais sofre com isto são as pessoas mais sensíveis, inovadoras, assertivas, que gostam de trocar ideias, pedir opiniões, palpites, dar e receber conselhos. E sofrem porque simplesmente não encontram ECO no ambiente.

Parece que estão interagindo com estátuas de mármore. suas investidas para estabelecer alguma relação de cordialidade geralmente são rebatidas com atitudes de frieza ou hostilidade. Sentem-se ESTRANGEIROS, como se falassem um idioma que ninguém entende. 

Suas ideias são consideradas utópicas;
Suas atitudes  são consideradas bizarras; 
Seu estilo considerado inadequado;
Seu comportamento considerado ousado;

Como proceder?

Como fazem os estrangeiros em terras distantes: aceitando do outro aquilo que ele tem pra dar, sem impor suas ideias (o que o tornaria uma pessoa "chata"); buscando ajustar-se ao que o meio exige, sem perder o brilho de sua personalidade inovadora, determinada, e sagaz.

Não convém esperar que as pessoas admirem ou aplaudam os "estrangeiros". É esperado que as pessoas tenham medo de quem pensa diferente. É importante não se deixar intimidar por atitudes hostis, e desenvolver formas de enfrentamento que evitem o confronto direto e hostilidade de quem pensa diferente. A compreensão é porta de entrada para uma bos convivência.








Conheça Psicóloga Maristela Vallim. Botari
CRP-SP 06-121677





Desde 2013, atuando exclusivamente ncomo psicóloga clínica em SP, tratando pacientes com Depressão, Ansiedade, fobias, crises de pânico, prevenção ao suicídio.







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(Psicologia Sem Fronteiras)


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