Até que ponto devemos nos importar com o que pensam a nosso respeito?

Faz parte da nossa condição a aquisição de repertórios comportamentais singulares, ou seja, cada um de nós adquire, ao longo do ciclo vital, desejos, necessidades, vontades, sentimentos e pensamentos próprios, que são modelados de acordo com as demandas do cotidiano.




É a partir da aquisição deste conjunto de pensamentos e comportamentos, que nos instrumentalizamos para enfrentar as vicissitudes da vida, bem como vivenciar os bons momentos.

Porém, alguns indivíduos sofrem rejeição por pensar e/ou agir diferente das pessoas com quem convivem. Infelizmente, nem todos conseguem ser aceitos por sua singularidade.

Quando alguém se comporta diferente do esperado para seu meio social (e isso inclui família, colegas de trabalho ou escola, correligionários e parceiros afetivos) tende a ser rejeitado, ou rotulado como "do contra". Dificilmente contam com a compreensão da maioria, o que pode levar a um sentimento de exclusão

Mas, até que ponto devemos mudar nossa singularidade para que sejamos aceitos? Seria justo abrir mão do nosso repertório para garantir aceitação?

A resposta para esta pergunta não é linear, pois existem muitos pontos a serem considerados:


  • Quando um indivíduo emite comportamentos muito distante do que é esperado, provocando queixas das pessoas, seria útil avaliá-las, filtrando-as e selecionando aquelas que tiverem fundamento, descartando aquilo que que é exagero.



  • Quando seu comportamento é diferente da maioria, mas não causa nenhum prejuízo, para si ou para os outros, não há motivo para pensar em mudança, basta apenas ampliar a compreensão sobre as críticas, tentando entender os motivos de quem as faz. É preciso ter coragem para assumir sua singularidade e saber enfrentar as críticas com sabedoria. Nem todos estão preparados para conviver coma diferença, mas é útil que todos saibam respeitá-las.


Devemos nos importar com o que pensam a nosso respeito, até o ponto que isto passa a ser um capricho alheio. Mudar sua forma de ser, agir, pensar apenas para buscar aceitação é questionável. Pense nisso!





Conheça Psicóloga Maristela Vallim. Botari
CRP-SP 06-121677





Desde 2013, atuando exclusivamente ncomo psicóloga clínica em SP, tratando pacientes com Depressão, Ansiedade, fobias, crises de pânico, prevenção ao suicídio.







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